Educação Especial

“Não há, não,
duas folhas iguais em toda a criação.

Ou nervura a menos, ou célula a mais,
não há, de certeza, duas folhas iguais.”
António Gedeão

Objeto e âmbito:

Planear um sistema de educação flexível que responda à diversidade das necessidades de todos os alunos e que proporcione a inclusão das crianças e jovens com necessidades educativas especiais - limitações significativas ao nível da atividade e participação no contexto escolar -no quadro de uma política global integrada de qualidade e orientada para o sucesso educativo. (Decreto lei 3/08)

Papel do docente de Educação Especial:

  • Colaborar com a Direção da Escola no processo de elegibilidade dos alunos para a educação especial, por referência à Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF, OMS, 2001), e na organização/adequação da resposta a proporcionar às crianças e jovens que requerem medidas especiais de educação;
  • Identificar e propor soluções inovadoras/facilitadoras da promoção da igualdade de oportunidades;
  • Priorizar o atendimento aos alunos cujas problemáticas revelem maior complexidade, caso os recursos humanos disponíveis se manifestem insuficientes;
  • Envolver as famílias no processo de ensino/aprendizagem dos seus educandos;
  • Fomentar a articulação entre todos os serviços e entidades que intervêm com os alunos;
  • Sensibilizar a comunidade local para a problemática da deficiência e procurar o seu envolvimento na resposta aos alunos em transição para a vida ativa;
  • Colaborar na identificação das necessidades de formação dos assistentes operacionais;
  • Apoiar os docentes na diversificação das práticas pedagógicas e no desenvolvimento de metodologias e estratégias que facilitem a inclusão dos alunos;
  • Colaborar com os docentes de turma/ diretores de turma na planificação do trabalho a realizar com os alunos, tendo em conta o seu perfil de aprendizagem e necessidades individuais;
  • Participar, em parceria com o Diretor de Turma e o Encarregado de Educação na elaboração dos Programas Educativos Individuais dos alunos abrangidos pelo regime educativo especial e elaborar o respectivo Currículo Específico Individual , se necessário;
  • Procurar um maior envolvimento de técnicos externos à escola, nomeadamente na área da saúde, segurança social e reabilitação, e privilegiar o trabalho de parceria;
  • Disponibilizar informação técnica e saberes específicos sempre que solicitado por outros.

 

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